É provável que em algum momento da vida você tenha ouvido que o capitalismo é inimigo das minorias.
Esta narrativa é muito utilizada pelos movimentos de esquerda para angariar mais apoiadores e se fortalecer.
Entretanto, esse argumento é evidentemente falacioso e o presente artigo apresentará os cinco motivos que comprovam a falácia.
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Conforme levantamento de dados do Portal Alemão Spartacus Gay Guide, responsável pela iniciativa de publicar anualmente, desde 2012, o relatório dos países mais seguros para o público LGBTQIAPN+, Canadá, Malta e Suécia apresentaram os melhores resultados
edição de 2020 analisou 202 países. Em contrapartida, a Arábia Saudita (que pune com pena de morte os homossexuais) e o Irã marcaram −18 pontos, em uma escala variante de +12 pontos a −20 pontos.
As regiões do médio Oriente, Norte da África e a Ásia Central foram consideradas as menos seguras para os viajantes.
Não obstante, os países que pontuaram em cada categoria possuem características muito semelhantes.
O Canadá ocupou a 9ª posição no índice de liberdade econômica mundial de 2021, medido pelo The Heritage Foundation. Enquanto isso, o Irã alcançou o 168º, dentre os 178 países avaliados.
Conforme o relatório da Mastercard SpendingPulse, as vendas de varejo e-comerce brasileiro apresentaram um crescimento de 75% em 2020.
Um fato curioso é que as vendas na internet permitem uma integração fantástica do usuário com o comprador sem que o consumidor saiba da vida pessoal do vendedor.
A informatização que o sistema capitalista permite, impactou consideravelmente a vida das pessoas, e para essa população não foi diferente.
Hoje, é possível fazer compras em plataformas como a Shopee, Mercado Livre, OLX e outras, sem a obrigação de saber as relações pessoais do fornecedor. Uma experiência única e exclusiva, gerada através da interlocução entre produto e consumidor.
Antes mesmo da discussão propriamente dita sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo ganhar destaque, os liberais já defendiam o direito de o cidadão ser livre para tomar suas próprias decisões.
Ayn Rand disse: “a menor minoria da Terra é o indivíduo, aqueles que negam os direitos individuais, não podem se dizer defensores das minorias”.
Assim, os direitos individuais são: vida, liberdade e propriedade. Ao falarmos do direito à liberdade, incluímos a possibilidade do indivíduo se relacionar com o gênero que quiser.
Liberais de Adam Smith a Frédéric Hayek, defenderam a liberdade sempre como um direito inviolável.
Nas palavras de Hayek: “práticas privadas entre adultos não devem sofrer qualquer interferência coerciva do Estado”.
Enquanto isso, diversos ditadores dedicaram parte de suas vidas à condenação de homossexuais. Che Guevara foi um grande exemplo de precursor totalitário que executou diversos deles e Karl Marx chegou a classificar gays como piores que pedófilos.
A questão é que, assim como o Movimento Feminista, o Movimento LGBTQIAPN+ durante a sua evolução histórica, tenta a todo momento sobressair a orientação sexual não a figura do indivíduo. Assim, criaram a imagem de que alcançarem igualdade de direitos, seria necessário condicionar privilégios sociais específicos.
Consequentemente, a figura do indivíduo entra em segundo plano, tornando-se complexo reverter.
Portanto, podemos constatar que o capitalismo promove ao indivíduo a liberdade de poder ser e fazer o que desejar.
Apenas em uma sociedade livre é possível que você viva da maneira que as suas escolhas não dependam da imposição do Estado. O seu sucesso está diretamente atrelado as suas escolhas.
“A liberdade política não pode existir sem a liberdade econômica, uma mente e um mercado livre são corolários.” (Ayn Rand)
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Mateus Vitoria Oliveira
CEO Private Construtora, Private Log e Private Oil & Gas
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